Blog Editora Biografia

Compre o livro FAAP: Honestidade por Aproximação pelo e-mail: editorabiografia@editorabiografia.com.br ou pelo telefone: (0X11) 3337-2004

Olá,

muita correria nos últimos dias. Mas é muito gostoso realizar o sonho de tantos escritores. Estamos com dois lançamentos para o próximo mês. O lançamento do livro do professor Carlos Barros Monteiro, foi um sucesso. A nossa Editora Chefe, Wanderleia Farias, esteve no último dia 30/06, em Roraima, para participar do lançamento do primeiro livro do autor, Clotilho Filgueiras, lançado pela Editora Biografia. 



Escrito por Editora Biografia às 13h51
| indique


jpeg



Escrito por Editora Biografia às 19h22
| indique


  A Editora Biografia tem a honra de convidar para o lançamento do seu mais novo título:

“Francesco Pezzella - As Melodias da Minha Vida", uma autobiografia recheada de emoção, aventura, perigo e paixão que vai fazer o leitor refletir sobre sua própria história.

Convite do lançamento da Autobiografia  

 

 

 

 

 



Escrito por Editora Biografia às 11h19
| indique


Lançamento do livro Inos Corradin – 50 anos de História

A Editora Biografia tem a honra de convidar para o lançamento do seu mais novo título: “Inos Corradin – 50 Anos de História”, que narra a trajetória de um dos mais importantes artistas plásticos da atualidade. Afinal, artista deve ser reconhecido em vida!




Escrito por Editora Biografia às 23h02
| indique


Guarulhos acolhe autora do livro FAAP – Honestidade por Aproximação

 

 

 

        Na última segunda-feira, dia 13 de julho, a autora Wanderleia Farias esteve em Guarulhos a convite da Livraria NOBEL, que fica dentro do Shopping Internacional,  para realizar noite de autógrafo do livro “FAAP - Honestidade por Aproximação”, publicação polêmica, que retrata a verdadeira história da Fundação Armando Álvares Penteado desde a sua criação até os dias atuais, e que compila e denuncia incontáveis descalabros envolvendo a tomada e manutenção do poder da entidade por um grupo hermético de indivíduos. O evento contou com a presença de personalidades locais e da imprensa com destaque para o site guarulhosweb e para os programas Café Brasil, apresentando por Constância de Alencar, e Unificando a Vida, apresentando por Silvia Helena.

 

        Durante as entrevistas a autora foi questionada sobre a posição do Ministério Público diante das denúncias apresentadas na obra. ¨Passados dois meses do lançamento do livro, o silêncio é ensurdecedor. A justiça parece não ter muito pressa  em investigar as irregularidades praticadas na FAAP¨, denunciou a autora.

 

        A jornalista aproveitou a oportunidade para anunciar que a Editora Biografia, detentora dos direitos autorais da obra, estuda proposta de uma grande produtora que tem interesse em roteirizar o livro.

 



Escrito por Editora Biografia às 14h31
| indique




Escrito por Editora Biografia às 14h25
| indique


A FUNDAÇÃO CONSERVATÓRIO DRAMÁTICO E MUSICAL DE SÃO PAULO E O MINISTÉRIO PÚBLICO

     Reproduzimos, abaixo, um breve relato de autoria do violinista Roberto Twiaschor, de como são tratadas, pela Curadoria das Fundações e pela Corregedoria do Ministério Público as graves denúncias contra as fundações que são levadas ao seu conhecimento. O texto é eloquente:

 

"Sobre o Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e a Promotoria Cível de Fundações da Capital (São Paulo). 

 
O livro "Honestidade por Aproximação" da jornalista Wanderléia Farias denuncia graves irregularidades cometidas por Fundações, entre as quais, a Fundação Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Devido à negligência, complacência e até mesmo suposta cumplicidade, a Promotoria de Justiça Cível de Fundações de São Paulo, responsável pela fiscalização dos atos das Fundações, deixou  e deixa de exercer suas funções legais, o que levou o glorioso e centenário Conservatório à total ruína, tanto do Patrimônio quanto à Finalidade.

Em 28 de Março de 2005, na citada Promotoria, foi instaurado o protocolado nº. 314/2005, de minha autoria, tendo por Assunto: “Irregularidades em Fundação”. Interessado: Fundação Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. A partir do momento em que documentos comprobatórios de irregularidades  foram juntados ao processo, o protocolado passou  a transitar em “Segredo de Justiça”. Houve um interregno em que eu, autor do protocolado, fui proibido de “compulsar os autos”. Minha intenção, por ocasião da instauração do citado protocolado, era levar, ao conhecimento da Promotoria, inúmeras graves irregularidades e falcatruas cometidas pelo Conselho Curador e pela Diretoria Executiva do CDMSP, para que tomasse medidas saneadoras visando o reerguimento do Conservatório.  Entre as inúmeras irregularidades apontadas cito apenas alguns exemplos: desrespeito constante às normas estatutárias dentre as quais a falta de Reuniões Ordinárias, falta de registro dos livros Diário, falta de eleição para complementação do Conselho Curador e, pior, eleições forjadas. Exemplo: Em ata de Reunião do Conselho Curador, para eleição de novos membros consta que, entre outros, foram indicados, eleitos e tomaram posse, entre outros, um renomado Maestro e um conhecido Desembargador. Mais ainda: consta na ata que o Desembargador também foi eleito e tomou posse como presidente do Conselho. Mentira! Estou de posse de cartas destes senhores, desmentindo o que consta na ata. A ata e as cartas foram acostadas ao referido protocolado 314/2005. A Promotoria Curadora de Fundações considerou normal o procedimento que caracteriza falsidade ideológica do Conselho Curador! Mostrei a ata e as cartas a um conhecido Promotor Criminal que, “espantado”, confirmou a tese de comprovada Falsidade Ideológica.

 A promotoria também não deu a devida atenção aos habituais registros intempestivos de seus Livros Diários. Apenas como exemplo: O livro Diário 23, iniciado em 01/01/2003 e encerrado em 31/12/2003 foi registrado em 26/10/2005! Tal procedimento ilegal facilita a “montagem” dos assentamentos contábeis, conforme a conveniência. Em Perícia determinada a meu pedido, porém com  seu objetivo desvirtuado por orientação da Promotoria, consta “...o livro apresentado do exercício de 2005 não estava registrado até a presente data”.

O Conservatório deixou de apresentar SICAPs nas épocas previstas por Lei. SICAP é  o Sistema de Cadastro e Prestação de Contas das Fundações que deve ser encaminhado anualmente à Promotoria de Fundações.

Meu advogado e eu soubemos através carta enviada pelo M.P. ao Fórum de Leitores do “Estadão” de 28/01/2009,  sob o título “Improcedência”, que o protocolado314/2005, às escondidas, fora arquivado em 16/09/2008.

Entramos com representação na Corregedoria Geral do Ministério Público - protocolo 0012140/09, de 30/01/2009 -  contra promotores que atuaram de forma irregular no referido protocolado. Considerando o corporativismo que envolve o  M.P., o resultado não poderia ser outro. De forma fascista, totalitária, ilegal e antidemocrática, a Corregedoria, sem nosso conhecimento, arquivou o processo sem permitir que tomássemos ciência de seu trâmite.  A informação do arquivamento nos foi dada verbalmente por funcionário da Corregedoria, já que o Excelentíssimo Senhor Corregedor é inacessível a autores de denúncias a seus apadrinhados. .  Uma das denúncias refere-se ao seguinte fato: um dos promotores representados, extrapolando de suas funções, entregou à Fundação 5 (cinco) declarações comprovadamente fraudulentas, com a finalidade de beneficiar a Fundação em processo trabalhista.  Nessas declarações, juntadas pela Fundação ao processo trabalhista, 26a. Vara, TRT 2ª. Região, nº. 02502200502602000, o Promotor em questão afirma que a Fundação estava perfeitamente em dia com suas obrigações, durante os últimos cinco exercícios. No entanto, os ofícios encaminhados à Fundação pela sucessora do promotor representado,  solicitando a entrega dos  SICAPs  referentes aos  exercícios declarados perfeitamente em dia,  comprovam a indubitável falsidade das declarações.

Outro fato grave,  não relacionados às denúncias já citadas:  certidão de inteiro teor emitida pelo1º Oficial de Registro de Títulos e Documentos na data de 02 de Março de 2009, atesta que o último  documento levado a registro pela Fundação refere-se à ata de reunião do Conselho Curador supostamente ocorrida em  28 de Julho de 2006.   Este fato evidencia que, sob a tutela da negligência da Promotoria de Fundações, a Fundação CDMSP, embora de interesse público, na prática, tornou-se uma SOCIEDADE SECRETA. Finalmente, informo que, em face do arquivamento da denúncia encaminhada à Corregedoria Geral do M.P., protocolei petição ao Conselho Nacional do Ministério Público, que ensejou a instauração do Pedido de Providências CNMP nº. 0.00.000.000501/2009-32.

Cabe aos Poderes  Executivo e Judiciário, comprovada a veracidade das denúncias e para que Justiça seja feita, tomar  as urgentes providências saneadoras exigidas pela opinião pública. Não à impunidade!

 

                                                Roberto Twiaschor 

 

 

     Roberto Twiaschor

 rtwiaschor@uol.com.br

RG 1.439.049-8 SSP/SP"



Escrito por Editora Biografia às 13h16
| indique


 A INDECÊNCIA E A IMORALIDADE SE INSTALAM

NOS PATAMARES MAIS ALTOS DO JUDICIÁRIO

 

     Em pesquisa na Internet, nos deparamos com uma verdadeira jóia no blog do  Luis Nassif. Trata-se de um artigo postado em 21 de março último, de autoria de LPorto (a quem, desde já rendemos nossas homenagens), que desvenda, por inteiro, o grau de infiltração da FAAP e seus diretores no seio do STF.

      É no STF que estão em curso inúmeros processos em que a FAAP é ré /recorrente ,sendo relatores de tais feitos os ministros  Gilmar Mendes e César Peluso que mantém incestuosa relação com a FAAP.

      Tomamos a liberdade de reproduzir a matéria, aqui, por inteiro, para que não reste qualquer dúvida acerca da imoralidade do relacionamento que esses magistrados alimentam com a Fundação Armando Álvares Penteado, entidade de que deveriam manter longa distância para não incorrerem na possibilidade de verem questionadas a sua própria dignidade e a do STF.

 

21/03/2009 - 18:25

O IDP e o conflito de interesses

Por LPorto

Nassif,

e Comentaristas

IDEP é IDBP que é IDP (este-no site), da Escola pertencente ao Ministro do Gilmar Mendes ? Acho que sim, vide matéria abaixo e o e-mail de correspondência é claríssimo.

http://www.conjur.com.br/2002-out-14/area_processo_civil_curso_distrito_federal

Agora, gostaria de abordar e comentar com vocês estas três novas :

http://www.conjur.com.br/2009-mar-18/cezar-peluso-ensina-devido-processo-legal-curso-faap

http://www.faap.br/direito/devidoprocesso.html

http://www.idp.edu.br/web/idp/content/index/id/1638

Existem mais de uma dezena de Processos contra a FAAP perante o STF. Inclusive, os Min. Gilmar Mendes e Cezar Peluso já atuaram como Relatores. Está no site do STF, tem mais para que verifiquem e tomem conhecimento !

As perguntas que não querem calar :

1- Isto não é ilegal, imoral e antiético ?

2- Não é mistura do público e do privado?

3- No sites Conjur e Faap, “Ministro do STF”

4- Por qual razão Juizes se declaram suspeitos ou impedidos para Julgar, algo que vemos comumente perante a Primeira Instancia ?

Lá “em cima” não existe esta possibilidade ?

5- Qual o resultado no STF quando julgaram O Min Gilmar Mendes na questão de dinheiro público, sem licitação, em seu Instituto ? (sim, porque vários membros ali ministram aulas).

6- Como ficarão os casos da FAAP perante o STF, quais Ministros julgarão ?

- Abaixo, para entenderem, dispositivos do CPC que dispõem sobre impedimento e suspeição:

Art. 134. É defeso ao juiz exercer as suas funções no processo contencioso ou voluntário:
I - de que for parte;
II - em que interveio como mandatário da parte, oficiou como perito, funcionou como órgão do Ministério Público, ou prestou depoimento como testemunha;
III - que conheceu em primeiro grau de jurisdição, tendo-lhe proferido sentença ou decisão;
IV - quando nele estiver postulando, como advogado da parte, o seu cônjuge ou qualquer parente seu, consangüíneo ou afim, em linha reta; ou na linha colateral até o segundo grau;
V - quando cônjuge, parente, consangüíneo ou afim, de alguma das partes, em linha reta ou, na colateral, até o terceiro grau;
VI - quando for órgão de direção ou de administração de pessoa jurídica, parte na causa.
Parágrafo único. No caso do no IV, o impedimento só se verifica quando o advogado já estava exercendo o patrocínio da causa; é, porém, vedado ao advogado pleitear no processo, a fim de criar o impedimento do juiz.

Art. 135. Reputa-se fundada a suspeição de parcialidade do juiz, quando:
I - amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes;
II - alguma das partes for credora ou devedora do juiz, de seu cônjuge ou de parentes destes, em linha reta ou na colateral até o terceiro grau;
III - herdeiro presuntivo, donatário ou empregador de alguma das partes;
IV - receber dádivas antes ou depois de iniciado o processo; aconselhar alguma das partes acerca do objeto da causa, ou subministrar meios para atender às despesas do litígio;
V - interessado no julgamento da causa em favor de uma das partes.
Parágrafo único. Poderá ainda o juiz declarar-se suspeito por motivo íntimo.

Art. 136. Quando dois ou mais juízes forem parentes, consangüíneos ou afins, em linha reta e no segundo grau na linha colateral, o primeiro, que conhecer da causa no tribunal, impede que o outro participe do julgamento; caso em que o segundo se escusará, remetendo o processo ao seu substituto legal.

Art. 137. Aplicam-se os motivos de impedimento e suspeição aos juízes de todos os tribunais. O juiz que violar o dever de abstenção, ou não se declarar suspeito, poderá ser recusado por qualquer das partes (art. 304).

Art. 138. Aplicam-se também os motivos de impedimento e de suspeição:
I - ao órgão do Ministério Público, quando não for parte, e, sendo parte, nos casos previstos nos ns. I a IV do art. 135;
II - ao serventuário de justiça;
III - ao perito; (Redação dada pela Lei nº 8.455, de 24.8.1992)
IV - ao intérprete.
§ 1º A parte interessada deverá argüir o impedimento ou a suspeição, em petição fundamentada e devidamente instruída, na primeira oportunidade em que Ihe couber falar nos autos; o juiz mandará processar o incidente em separado e sem suspensão da causa, ouvindo o argüido no prazo de 5 (cinco) dias, facultando a prova quando necessária e julgando o pedido.
§ 2º Nos tribunais caberá ao relator processar e julgar o incidente.

Art. 312. A parte oferecerá a exceção de impedimento ou de suspeição, especificando o motivo da recusa (arts. 134 e 135). A petição, dirigida ao juiz da causa, poderá ser instruída com documentos em que o excipiente fundar a alegação e conterá o rol de testemunhas.

Art. 313. Despachando a petição, o juiz, se reconhecer o impedimento ou a suspeição, ordenará a remessa dos autos ao seu substituto legal; em caso contrário, dentro de 10 (dez) dias, dará as suas razões, acompanhadas de documentos e de rol de testemunhas, se houver, ordenando a remessa dos autos ao tribunal.

Art. 314. Verificando que a exceção não tem fundamento legal, o tribunal determinará o seu arquivamento; no caso contrário condenará o juiz nas custas, mandando remeter os autos ao seu substituto legal.

Por fim,

Sabem aquela máxima :
“Parem o ônibus que quero descer ?”

Pois, quero que “Pare o Ônibus e que desça o Supremo Orgão Jurisdicional e explique para aqueles que estudaram em outra Escola os fatos aqui mal explicados”. Quero entender.

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/21/o-idp-e-o-conflito-de-interesses/



Escrito por Editora Biografia às 17h45
| indique


FAAP - HONESTIDADE POR APROXIMAÇÃO

INGRESSA NA LISTA DOS LIVROS MAIS VENDIDOS NO BRASIL

     A edição do site Veja.com desta semana (da Revista VEJA) publicou uma lista atualizada dos livros mais vendidos do Brasil em que consta, ocupando o vigésimo lugar na categoria NÃO FICÇÃO, o livro FAAP - HONESTIDADE POR APROXIMAÇÃO, de Wanderléia Farias, apenas três semanas após o seu lançamento.

 

Fontes: Balneário Camboriú: Livrarias Catarinense; Belém: Laselva; Belo Horizonte: Laselva, Leitura; Betim: Leitura; Blumenau: Livrarias Catarinense; Brasília: Cultura, Fnac, Laselva, Leitura, Nobel, Saraiva, Siciliano; Campinas: Cultura, Fnac, Laselva, Siciliano; Campo Grande: Leitura; Caxias do Sul: Siciliano; Curitiba: Fnac, Laselva, Livrarias Curitiba, Saraiva, Siciliano; Florianópolis: Laselva, Livrarias Catarinense, Siciliano; Fortaleza: Laselva, Siciliano; Foz do Iguaçu: Laselva; Goiânia: Leitura, Saraiva, Siciliano; Governador Valadares: Leitura; Ipatinga: Leitura; João Pessoa: Siciliano; Joinville: Livrarias Curitiba; Juiz de Fora: Leitura; Jundiaí: Siciliano; Londrina: Livrarias Porto; Maceió: Laselva; Mogi das Cruzes: Siciliano; Mossoró: Siciliano; Natal: Siciliano; Navegantes: Laselva; Niterói: Siciliano; Petrópolis: Nobel; Piracicaba: Nobel; Porto Alegre: Fnac, Cultura, Livrarias Porto, Saraiva, Siciliano; Recife: Cultura, Laselva, Saraiva; Ribeirão Preto: Paraler, Siciliano; Rio Claro: Siciliano; Rio de Janeiro: Argumento, Fnac, Laselva, Saraiva, Siciliano, Travessa; Salvador: Saraiva, Siciliano; Santa Bárbara d'Oeste: Nobel; Santo André: Siciliano; Santos: Siciliano; São José dos Campos: Siciliano; São Paulo: Cultura, Fnac, Laselva, Livrarias Curitiba, Livraria da Vila, Martins Fontes, Nobel, Saraiva, Siciliano; São Vicente: Siciliano; Sorocaba: Siciliano; Uberlândia: Siciliano; Vila Velha: Siciliano; Vitória: Laselva, Leitura, Siciliano; internet: Cultura, Fnac, Laselva, Leitura, Nobel, Saraiva, Siciliano, Submarino

Fonte: http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/

 



Escrito por Editora Biografia às 07h20
| indique


 

OS LEITORES DA VEJA SÃO PAULO

 

da edição que chega hoje às bancas de jornais se manifestaram em completo apoio à obra FAAP - HONESTIDADE POR APROXIMAÇÃO, de Wanderléia Farias. Abaixo, transcrevemos, na íntegra, as cartas publicadas por aquele semanário, eloquentes e perfeitamente auto esclarecedoras:

Faap

A respeito da reportagem "Ti-ti-ti na Faap" (3 de junho), penso que, em vez de se preocupar em descobrir quem supostamente está por trás do livro Honestidade por Aproximação, de Wanderléia Farias, a instituição deveria rebater as graves acusações da autora, relativas a improbidades e falcatruas supostamente cometidas por seu conselho curador e sua diretoria.
Roberto Twiaschor

Gostaria de parabenizar a jornalista Wanderléia Farias pela coragem de trazer à luz o que ocorre na Faap. O conde Armando Álvares Penteado e sua esposa, Lili, não tiveram filhos e deixaram expresso em testamento que sua fortuna deveria ser utilizada para a criação de uma escola de artes e de um museu. As valiosíssimas obras de arte que decoravam seu palacete na Rua Alagoas e seu apartamento em Paris jamais foram incorporadas ao acervo do Museu de Arte Brasileira, pertencente à fundação, nem ao de qualquer outro museu. Pietro Maria Bardi, então presidente do Masp, publicou na revista Mirante das Artes anúncios desafiadores procurando pelas obras de Matisse, Rouault e outros artistas importantes, fato largamente divulgado na época.
Aparecida Maria dos Santos

Fonte: http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2116/judeus-ortodoxos-475324.html

 

 

 

 

 



Escrito por Editora Biografia às 05h41
| indique


 

 

SAIU NA COLUNA ESPAÇO DOIS - MISCELÂNEA DE HOJE

 

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Livro com denúncias sobre a FAAP

Celita Procópio de carvalho
presidente do Conselho de Curadores

O livro Faap – Honestidade por Aproximação (Editora Biografia), da jornalista Wanderléa Farias, que denuncia uma série de irregularidades que estariam sendo cometidas pela FAAP – Fundação Armando Alves Penteado, já inspirou o Ministério Público a entrar em cena.

Entre as denúncias, uso indevido do cartão corporativo, apropriação de obras de arte, condenação pela Justiça Federal para restituição de R$ 100 milhões que a Faap teria deixado de contribuir à Previdência entre 1996 e 2002 (há recurso), não
aplicação de 20% de sua receita em projetos sociais e outras, das quais a autora garante ter provas.

A Faap quer saber quem pagou a impressão do livro. Enquanto isso, Wanderléa Farias já estaria preparando o segundo volume, com novas denúncias, detalhando a ação da cúpula da fundação.

 

 

 

Fonte: http://espacodois.blogspot.com/2009/06/livro-com-denuncias-sobre-faap.html

     Celita, assim como os demais conselheiros e Diretores da FAAP tem mais é que se preocupar com as acusações das graves irregularidades que cometeram do que com quem pagou a impressão do livro. Quem pagou, o fez com recursos próprios e não com os de qualquer fundação. Parem de jogar uma cortina de fumaça para encobrir seus deslizes e omissões.

     Por muito menos do que aconteceu na FAAP, o reitor da UnB Thimoty Mulholland teve que deixar a reitoria daquela instituição.



Escrito por Editora Biografia às 17h09
| indique


 

SOBERBA, ORGULHO E VAIDADE


     É incrível a pretensão de certas pessoas que crêem sempre ser mais do que a realidade. E sem qualquer pejo!

     Mesmo em face das graves denúncias comprovadas que pairam sobre a direção da FAAP, entidade cujo Conselho de Curadores é presidido "eternamente" por Celita Procópio, vejam com o que ela se preocupa, mesmo correndo o perigo de vir a ser, em breve, processada criminalmente:

 

Berço de ouro


Um dos trechos do livro Faap – Honestidade por Aproximação, da jornalista Wanderléa Farias, que faz denúncias contra a fundação, que mais irritou Celita Procópio de Carvalho, presidente do Conselho de Curadores, é quando a autora questiona a expressão berço de ouro, sempre usada por ela e garante que a cidade de Cornélio Procópio, no Paraná, não foi fundada por seu avô. Cornélio, pai de Celita, tinha o apelido de Jerry e foi colunista social da Folha da Manhã (foi também chefe do Cerimonial do governador Adhemar de Barros).

Fonte: http://www.gibaum.com.br/abertura.htm


 



Escrito por Editora Biografia às 13h23
| indique


RELAÇÃO DOS LIVROS MAIS VENDIDOS NA LIVRARIA DA VILA NA SEMANA DE 13/5 a 20/5

Fonte:http://glamurama.uol.com.br/Materias_livraria-da-vila.aspx

Ficção        

1.“Os Homens que Não amavam as Mulheres, Stieg Larsson” (Cia das Letras) (135)

2.“Leite Derramado”, Chico Buarque (Cia. Das Letras) (124)

3.“A Cabana William”, P. Young (Sextante/GMT) (122)

4.“A Elegância do Ouriço” Muriel Barbery (Cia. Das Letras) (120)

5.“Elogio da Madrasta”, Mario Vargas Llosa (Alfaguara) (119)

6.“Menina que Brincava com Fogo”, Stieg Larsson (Cia das Letras) (118)

7.“Divã”, Martha Medeiros (Objetiva) (115)

8.“A Cidade Ilhada”, Milton Hatoum (Cia. Das Letras) (113)

9.“Lua Nova”, Stephenie Meyer (Intríseca) (110)

10.“Primavera num Espelho Partido”, Mario Benedetti  (Alfaguara) (107)


Não-ficção

1.“FAAP – Honestidade por Aproximação”, Wanderleia Farias (Biografia) (133)

2.“Os Pensadores, Um Curso Mario”, Vitor Santos (Casa da Palavra) (130)

3.“O Tempo e o Cão” Maria Rita Kehl, (Boitempo) (125)

4.“O Crime do Restaurante Chinês”, Boris Fausto (Cia das Letras) (124)

5.“Conversas com Woody Allen”, Eric Lax (Cosacnaif) (120)

6.“A Cabeça de Steve Jobs”, Leander Kahney (Agir) (118)

7.“Ouvintes Alemães! – Discursos Contra Hitler”, Thomaz Mann (Jorge Zahar) (115)

8.“Mentes Perigosas – O Psicopata Mora ao Lado”, Ana Beatriz Barbosa Silva (Fontanar) (112)

9.“Comer, rezar, amar”, Elizabeth Gilbert (Objetiva) (105)

10.“O Sari Vermelho”, Javier Moro (Record) (101)

type="text/javascript"> var nome = $('#RptPost_ctl03_Comentarios_TxtNome').attr("value");
Compartilhe:
  • del.icio.us
  • Google
  • Twitter
  • Live
  • My Space
  • Facebook
  • Technorati
  • Yahoo My Web



Escrito por Editora Biografia às 21h33
| indique


 

O JORNAL DA EDUCAÇÃO DIVULGA LANÇAMENTO DO LIVRO FAAP - HONESTIDADE POR APROXIMAÇÃO E ENTREVISTA A AUTORA

    

     O Jornal da Educação, importante jornal para educadores, pais e alunos, distribuido gratuitamente, publicou em sua edição nº 189, deste mês de junho, uma matéria de duas páginas intitulada "Mais um escândalo na FAAP", inspirada no livro FAAP - HONESTIDADE POR APROXIMAÇÃO. Vale a pena conferir no site http://www.agenciaeducacao.com.br

     Ademais, no mesmo site, consta nova entrevista de Wanderléia Farias, autora do livro, dando continuidade à matéria publicada no jornal de junho "relatando todas as irregularidades e falcatruas ocorridas naquela Instituição de ensino". Abaixo, a íntegra dessa entrevista:


"02/06/2009 - Escândalo na Faap


Dando continuidade a matéria publicada no Jornal de junho, entrevistamos novamente a autora do livro “Honestidade por aproximação”, Wanderléia Farias, que relata todas as irregularidades e falcatruas ocorridas naquela Instituição de ensino.


1) Para onde foram os 14 milhões que a FAAP tinha em caixa depois da intervenção? 
Os 14 milhões foram perdidos em investimento de alto risco na bolsa de valores de São Paulo. 


2) O que ocasionou a intervenção?
A intervenção foi motivada por denúncias de alunos e professores a respeito da administração completamente irregular de Lucia e Roberto na FAAP. Entre elas: a) a transferência de obras de arte valiosas para a residência particular de Roberto e Lucia, b) a utilização da infra-estrutura da FAAP para a fabricação de peças ornamentais para a fazenda de Lucia e Roberto em Itirapina, c) a cessão gratuita de imóveis da FAAP para uso de amigos pessoais de Lúcia e Roberto, d) a aquisição de imóveis sem autorização da Curadoria das Fundações, e) a não prestação de contas da gestão da fundação, por anos a fio, à Curadoria das Fundações, f) a utilização, por Lucia, Roberto, Célia e Celita, de funcionários e prestadores de serviços da FAAP para a prestação de serviços particulares e de segurança em suas residências e, g) o cancelamento de um vestibular por falta de recursos na fundação, sendo que nessa época os diretores haviam repassado recursos para uma empresa chamada Sarabor, cujos sócios eram Roberto, Lúcia, Célia e Celita.  


3) A quem pertence a Faap hoje?
A FAAP é uma fundação e, como tal, não pertence a ninguém. Existe em função de seu patrimônio que se destina a cumprir o seu objetivo social, definido pelo seu instituidor: Eschola de Bellas Artes, compreendendo Pintura, Esculptura, Decoração e Architetura, com uma Pinacoteca para quadros originais, assim como cópias em oleogravura das obras-primas. O grupo que a dirige, a cindiu em duas pessoas jurídicas diferentes: A FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e a FAAP Educacional Ltda. que pertence à Fundação Armando Álvares Penteado e a Celita, Antonio Bias e Américo Fialdini. Essa transferência de patrimônio da FAAP para esses três últimos é completamente ilegal e contrária ao Estatuto da FAAP que veda taxativamente a percepção de qualquer benefício da FAAP para seus dirigentes (os três integram o conselho de Curadores e a Diretoria da instituição). 


 4) Na minha opinião, transformaram a Fundação em uma Sociedade de Cotas, ilegalmente. Isso procede?
A criação de uma sociedade limitada até seria admissível legalmente – obedecidas determinadas condições - e desde que Celita Procópio, Antonio Bias e Fialdini – ou qualquer outro integrante do Conselho de Curadores e Diretoria - não fossem agraciados com quotas ou percepção de pró-labore. Os três pecaram pela ganância exacerbada. 


5) Em que isso foi prejudicial para os alunos?
O desvio indevido de patrimônio e recursos de qualquer instituição de ensino é sempre prejudicial aos alunos posto que poderiam ser empregados na melhoria e aprimoramento dos cursos e instalações de ensino. Isso sem falar das bolsas que deixaram de beneficiar centenas de alunos durante o período em que a Fundação se beneficiou das vantagens oferecidas pelo CEBAS Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social. Por muito menos, os alunos da UnB destronaram o reitor da universidade. 


6) Quem faz lobby pela Faap?
O Capítulo intitulado “A aproximação com o Poder” demonstra claramente as pessoas que tomaram parte nesse processo, incluindo Egberto Batista e Paulo Tarso Flexa de Lima.  


7) Qual é a relação da Faap com o Poder Judiciário e como foi feita essa aproximação?
O Poder Judiciário, por um lado, condenou os diretores da FAAP e a própria entidade a restituir aos cofres públicos a bagatela de R$ 100 milhões.
Por outro lado, esse mesmo Poder Judiciário autorizou que os processos envolvendo as irregularidades da FAAP – uma entidade de interesse público – tramitassem em segredo de Justiça. Além disso, seus maiores representantes, alguns ministros do STF – incluindo seus dois últimos presidentes - nutrem uma convivência muito próxima com os dirigentes da FAAP mesmo estando estes já condenados a restituir valores sonegados aos cofres públicos além de estarem sendo acusados da prática de grosseiras irregularidades conforme fartamente informado pela mídia.
Essa aproximação se deu principalmente em razão dos lobbies que redundaram em convites a eventos faustosos, cocktails e jantares etc. promovidos regularmente pela Diretoria da FAAP, às custas da entidade."

 



Escrito por Editora Biografia às 13h06
| indique


 

CARTA ABERTA À IMPRENSA E À SOCIEDADE

 

      Há cerca de dois anos iniciei, despretensiosamente, uma séria pesquisa jornalística que me levou a tomar conhecimento de uma quantidade enorme de irregularidades praticadas pela direção da FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado, com a complacência da Curadoria das Fundações, órgão integrante do Ministério Público de São Paulo.

     Por iniciativa pessoal, decidi trazer o assunto a público através do livro intitulado FAAP - Honestidade por Aproximação, lançado no dia 11 de maio último, na Livraria da Vila, retratando a verdadeira história da fundação criada em 1947 por disposição de última vontade do Conde Armando Álvares Penteado.

     As informações contidas na obra foram obtidas junto a órgãos oficiais da Justiça, museus, bibliotecas públicas, arquivos de jornais e revistas e diversos sites da Internet, além de várias entrevistas, das quais destaco aquelas conduzidas junto a um ex-interventor da FAAP, um ex-vice Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo e um representante da Associação Viva Pacaembu.

     Diante da gravidade das denúncias, algumas pessoas ligadas ao meu círculo de amigos me auxiliaram voluntariamente. Esses colaboradores, jornalistas, professores universitários, redatores e advogados, ora analisaram processos, ora tiraram fotografias de jornais e revistas ou, ainda, me ajudaram organizando os dados coletados. A pedido deles, não tiveram seus nomes citados na obra por não acreditarem que a Justiça seja capaz de atuar de forma eficiente e eficaz para corrigir os desvios praticados na FAAP e punir os responsáveis. Assim mesmo, decidi seguir em frente.

     Conhecedora das dificuldades de se lançar uma obra do tipo no Brasil, decidi criar uma editora e lançar o livro, iniciando, assim, vôo livre pelos tortuosos caminhos do jornalismo investigativo. Para isso, investi parte das minhas economias, dinheiro suado resultante de 24 anos de muito esforço.

     Em 30 de maio último, chegou às bancas de jornais a edição de 3 de julho da revista Veja. No seu encarte Veja São Paulo, consta uma reportagem intitulada Ti-ti-ti na Faap que contem diversas imprecisões que necessitam esclarecimentos, mas que, principalmente, demonstra a desesperada tentativa da direção da FAAP em desviar a atenção da imprensa e da sociedade diante das gravíssimas denúncias de que foi alvo.

     Como todas as acusações retratadas no livro são lastreadas em provas irrefutáveis, os diretores da FAAP estão tentando mudar o foco da questão e se utilizando dos serviços da policia civil para realizar investigações de natureza particular. Conforme informa a reportagem, o advogado Arnaldo Malheiros Filho alega que a Faap só vai se manifestar quando a policia apurar quem fez o livro, de onde veio o dinheiro e qual é o seu objeto. Essa, evidentemente, não é a função da polícia...

     Em plena demonstração de uso indevido da máquina estatal para atender os seus interesses escusos, a diretoria da Faap vem tentando intimar a mim, ao meu sócio na editora, ao profissional contratado para fazer a diagramação do livro e, até mesmo, diversas livrarias, para depor em uma delegacia localizada em outra região da cidade. Para que as intimações fossem entregues, um enorme aparato policial foi organizado e várias viaturas policiais foram enviadas aos nossos endereços e os prédios fotografados. À minha residência compareceram, de uma vez só, quatro viaturas e mais de uma dezena de policiais! Atitude bastante comum na época da ditadura quando não tínhamos uma Constituição que nos garantia liberdade de expressão. Já constituí advogados para cuidarem do assunto devidamente.

     Primeiramente, há que se indagar quem está pagando os honorários do Dr. Malheiros: a Faap ou os acusados? Não é justo que a vítima Faap assalarie o defensor dos interesses de seus espoliadores. Essa questão é de extrema importância, pois se o advogado estiver agindo em nome da FAAP e sendo por ela remunerado, mais uma vez a diretoria da fundação estará se beneficiando indevidamente da entidade que controla. A festança estará tendo continuidade, sem limites, nem pudor.

     Embora não seja da conta do Dr. Malheiros, reitero aqui que o Dr. pode descansar de sua busca. Esclareço a ele e seus contratantes, que fui eu quem redigiu o livro, assim como o financiei. E o meu interesse está claro: Como cidadã, desejo que a FAAP, uma fundação de interesse público, seja administrada por pessoas honestas, sem interesses parasitários, que ajam estritamente dentro da legalidade e que todas as irregularidades praticadas pelos seus administradores sejam objeto da devida punição, com a competente restituição à fundação de todos os bens e valores a ela pertencentes.

     Ademais, como autora e editora, venho a público esclarecer que:

1) a Editora Biografia não tem nenhuma responsabilidade sobre os livros que foram, supostamente, distribuídos nas proximidades da FAAP.

2) a Editora Biografia enviou exemplares do livro para algumas autoridades (desembargadores, juízes e promotores) e bibliotecas de universidades públicas e particulares. Mandou exemplares, também, como sugestão de pauta, para alguns profissionais de comunicação. Não enviou qualquer exemplar para alunos da instituição e, muito menos, para a residência de qualquer aluno.

3) trabalho desde os 12 anos de idade. Nunca fiquei desempregada e, assim como milhares de brasileiros, investi parte das minhas economias em meu próprio negócio, a Editora Biografia Ltda., sem usar recursos de quem quer que seja, muito menos de qualquer fundação.

4) a direção da FAAP usou, mais uma vez, da intimidade privilegiada que cultiva com algumas autoridades e, neste caso, integrantes da policia para, de maneira abusiva e intimidatória, convocar para depor pessoas que não mantém qualquer relação direta com a Editora Biografia e comigo, autora do livro. Tal procedimento é uma tentativa primária e grotesca de tentar desviar o foco das denúncias. Resta saber se o mesmo delegado que nos convocou para depor, irá se empenhar de igual forma para convocar os diretores da FAAP e aqueles de quem esses se cercam - para investigar as irregularidades por eles praticadas, muitas delas tipificadas como crimes!

     Estudei as ações da direção da FAAP durante dois longos anos. Não me surpreendi com as questões levantadas pelo Dr. Malheiros e não vou me surpreender se campanha difamatória contra minha pessoa for iniciada com o objetivo de denegrir minha imagem e desqualificar meu trabalho.  

     Reitero que o livro Faap - Honestidade por Aproximação é resultado de uma extensa e intensa reportagem investigativa e que cumpro meu dever como profissional levando os fatos ao conhecimento do público e exijo, como cidadã, que Justiça seja feita e que a Corregedoria da Polícia e o Ministério Público exerçam o seu verdadeiro papel, coibindo os abusos que vêm sido cometidos pela policia civil, acima noticiados!

Wanderleia Farias

Editora Biografia Ltda.

 

 



Escrito por Editora Biografia às 23h54
| indique


página principal ver posts anteriores
 
Histórico
Ver mais


Links
Editora Biografia cpi-brasil Casa da mãe Joana

Indicar blog

copyrigth 2009 - Editora Biografia